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domingo, 28 de janeiro de 2018




 Vídeo 

Variações Diastrátiscas  

Línguas, Território e Sociedades: Desconstruindo Preconceitos Linguísticos 




 A Docente: Ângela Ignatti, passou uma atividade da criação de um vídeo onde fossem questionadas as formas de se falar o português no Brasil, nossa equipe optou por entrevista uma professora, uma estudante do ensino médio e um trabalhador rural aposentado.
Os mitos da língua portuguesa

Universidade federal do sul da Bahia (UFSB)
CUNI – Ibicaraí
Discente: Adilson Jose B. Santana
Docente: Ângela Ignatti
Os mitos da língua portuguesa

Mito 1 –

“A língua portuguesa falada no Brasil apresenta uma unidade surpreendente”

O autor trata como mito o fato de que no Brasil á uma unidade linguística, onde em todo território se fale um só português. Ele trás a discussão o fator de que o português falado pelos escritores, jornalista e de é afortunado e teve o privilégio de aprende o português de forma culta, tem um português bem diferente da massa popular que não teve esse aceso e muitas vezes não compreende a constituição do seu país que trás as leis que o assegura.
O tamanho do território brasileiro e diversidade cultural aliado má distribuição de renda do nosso país, leva esse português apresenta um alto grau de diversidade e de variabilidade.
 Onde nos leva a reconhece a região de cada brasileiro pela forma de fala. Estas formas de fala muitas leva a pessoa a ser vitima de preconceitos e muitas vezes marginalizadas.
Marcos Bagno perde em seu texto que as escolas, os professores e sociedade em geral, leve em consideração todas as forma de falar o português levando em conta a cultura, a crase social, a localidade e o aceso que eles tiveram as normas cultas do português.

Mito 2 –

“Brasileiro não sabe português / Só em Portugal se fala bem português”

O autor diz que à afirmação de que o Brasileiro não saber português, uma grande bobagem, pois ele considera o português falado no Brasil uma remontagem pela diferencia de pronuncia e uso de pronomes que são utilizados em Portugal e aqui não.
Para o autor, nos deixamos de ouvi alguns pronomes, vogais e consoantes, quando crianças e na vida adulta na usamos mas  porque não fazem parte de nosso sistema fonético E muitos estudos têm mostrado que os sistemas pronominais do português europeu e do português brasileiro são totalmente diferentes. Levando-nos a fala um português diferente. A língua escrita força nos aproximar do português de Portugal, pois termo de usa a gramática ensinada nos colégio.

“Então, não há por que continuar difundindo essa ideia mais do que absurda de que “brasileiro não sabe português”. O brasileiro sabe o seu português, o português do Brasil, que é a língua materna de todos os que nascem e vivem aqui, enquanto os portugueses sabem o português deles. Nenhum dos dois é mais certo ou mais errado, mais feio ou mais bonito: são apenas diferentes um do outro e atendem às necessidades linguísticas das comunidades que os usam, necessidades que também são... diferentes! “(BAGNO, Marcos.
Preconceito linguístico: o que é, como se faz. 49. ed. São Paulo: Loyola,
2009. P. 20-45. )

Mito n° 3 –

“Português é muito difícil”

Para o autor a afirmação de que, o português seja difícil é tão preconceituosa como afirma que os brasileiros não sabem português. As regras que aprendemos na escola em boa parte não correspondem à língua que realmente falamos e escrevemos no Brasil. Por isso achamos que português é uma língua difícil, porque temos de decorar conceitos e fixar regras que não significam nada para nós.
Por isso tantas pessoas terminam seus estudos, depois de onze anos de ensino fundamental e médio, sentindo-se incompetentes para redigir o que quer que seja. E não é à toa, se durante todos esses anos os professores tivessem chamado a atenção dos alunos para o que é realmente interessante e importante, se tivessem desenvolvido as habilidades de expressão dos alunos, em vez de entupir suas aulas com regras ilógicas e nomenclaturas incoerentes, as pessoas sentiriam muito mais confiança e prazer no momento de usar os recursos de seu idioma, que afinal é um instrumento maravilhoso e que pertence a todos.


Mito n° 4 –

 “As pessoas sem instrução falam tudo errado”
O autor explica que, existem evidentemente, falantes da norma culta urbana, pessoas escolarizadas, que têm problemas para pronunciar os encontros consonantais com L. Nesses casos, sim, trata-se realmente de uma dificuldade física que pode ser resolvida com uma terapia fonoaudiologia. Não é dessas pessoas que estamos tratando aqui, mas dos brasileiros falantes das variedades não padrão, em cujo sistema fonético simplesmente não existe encontro consonantal com L, independentemente de terem ou não dificuldades articulatórias. Quando, na escola, se depararem com os encontros consonantais com L, é preciso que o professor tenha consciência de que se trata de um aspecto fonético “estrangeiro” para eles, do mesmo tipo dos que encontramos, por exemplo, nos cursos de inglês, quando nos esforçamos para pronunciar bem o TH de throwou o I de live. É preciso separar bem os dois aspectos dos fenômenos.

https://youtu.be/d3HRW-KiyuI





 
Nordeste na obra de Celso Furtado  
                                            Conhecendo um pouco sobre sua historia: 

 

Celso Monteiro Furtado, Nascido no alto sertão da Paraíba, na cidade de Pombal, era filho de Maurício Medeiros Furtado e de Maria Alice Monteiro Furtado. Celso Furtado, foi um economista brasileiro e um dos mais destacados intelectuais do país ao longo do século XX. Suas ideias sobre o desenvolvimento e o subdesenvolvimento enfatizavam o papel do Estado na economia, com a adoção de um modelo de desenvolvimento econômico de corte keynesiano.

Material da aula: 

Em sala de aula tivemos um debate, que girou em torno do livro: "A profecia do colapso” In: O Mito do Desenvolvimento Econômico. Rio de Janeiro, Paz e Terra, p. 7 -14; 


" Uma vez fechado o sistema,os autores do estudo formularam-se a seguinte questão: que acontecerá se o desenvolvimento econômico, para o qual estão sendo mobilizados todos os povos da terra, chegar efetivamente a concretizar-se, isto é, se as atuais formas de vida dos povos ricos chegarem efetivamente a universalizar-se? A resposta a essa pergunta é clara, sem ambigüidades: se tal acontecesse, a pressão sobre os recursos não renováveis e a poluição do meio ambiente seriam de tal ordem (ou, alternativamente, o custo do controle da poluição seria tão elevado) que o sistema econômico mundial entraria necessariamente em colapso." (pag. 11)

 

 Problematizando o conceito de desenvolvimento - Celso Furtado

  O mito do desenvolvimento: 1. A profecia do colapso. O professor explicou esse capitulo por meio de slides organizados em um pdf para uma melhor compreensão.

 Abaixo tem algumas imagens desse material:


 

Debate em Sala a respeito do Livro : BAIARDI E TEXEIRA - Desenvolvimento Sul e Baixo Sul Bahia - DIAGNOSE - PROGNOSE


 


VIAGEM CULTURAL A SALVADOR BAHIA

No, ultimo dia 24 de novembro de 2017, a turma do C.C Corporalidades negrodescendentes do CUNI de Ibicaraí, com a docente Evani Tavares Lima, e a turma do C.C Campos das Artes: Saberes e Práticas, do CUNI Itabuna do docente Joel Felipe.
A viagem tinha intuito cultural acadêmico, buscando fazer visitas as locais de relevância a cultura negra e a cultura baiana.
Inicialmente fomos ao Forte de Santo Antônio Além do Carmo mais conhecido como forte da capoeira, e visitamos o espaço (ECAIG) Escola de Capoeira Angola Irmãos Gêmeos, onde conhecemos o mestre Jaime Martins dos Santos, conhecido como ‘Curió’. O mestre ativamente a capoeira Angola como matriarca da capoeira, ele foi nomeado embaixador da cultura Brasileira.
Visitamos também o Pelourinho cartão postal muito tradicional de Salvador, onde fica o museu de Jorge Amado, e a igreja de Nossa Senhora Rosário dos Negros. Passamos pelo elevador Lacerda outro cartão postal.
   Passamos pelo MAM (Museu de Arte Moderna), um projeto criado pela arquiteta Italiana, Lina Bobardi, com a intenção de criar um museu escola para incentivar e expor a produção cultural da região nordeste. O museu costuma receber obras de artistas consagrados no Brasil e exterior.
  
IMAGENS DA VIAGEM

 



segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Região metropolitana do sul da Bahia



Região metropolitana do sul da Bahia


No, ultimo dia 06 de novembro de 2017 participei de uma palestra no auditório do campo Jorge Amado da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).
A palestra foi conduzida pelo docente do C. C: (U D R N) Joel Pereira Felipe.
 Palestra seguida de debate sobre o tema: “Desenvolvimento, gestão e governança regional: a criação da Região Metropolitana do Sul da Bahia”, no dia 7/11/2017, das 19h00 – 21h00.
O palestrante será Luciano Rodrigues Veiga, que é coordenador executivo da AMURC – Associação dos Municípios da Região Cacaueira, do Consórcio Litoral Sul e Presidente do Comitê de Bacias Hidrográficas do Leste. Além disso, é membro do CES – Conselho Estratégico Social da UFSB.
 A palestra juntamente com o debate, foi bastante produtiva pós nos apresentou as propostas da criação da criação da região metropolitana do sul da Bahia, os impactos positivos que a criação iria gera. O debate deu a oportunidade de todos tirarem as suas duvidas e fizessem questionamentos a respeito da proposta.  






 Apresentação do trabalho final do C . C Corporalidades Negrodescedentes       tema  Identidades Negras e Corporalidad...